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Mais de 100 milhões de americanos vão parar para assistir o Super Bowl neste domingo

Acontece no próximo domingo (2) o maior evento esportivo dos Estados Unidos, o Super Bowl, grande final do futebol americano da temporada. A edição 48 será disputada pelo Denver Broncos, campeões da NFC (National Football Conference), e Seattle Seahawks, vencedores da AFC (American Football Conference). O jogo será realizado no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
 
O Super Bowl para os Estados Unidos neste domingo, confronto entre Broncos e Seahawks
 
A franquia de Denver já conquistou o título duas vezes, nos anos de 1997 e 1998, e tem como trunfo o lendário quarterback Peyton Manning, que já recebeu o prêmio Super Bowl MVP, melhor jogador da partida, quatro vezes. Já os Seahawks foram um dos times mais regulares da temporada regular, sempre na ponta das estatísticas tanto defensivas, quanto ofensivas.
 
Os sites de apostas dos Estados Unidos já tem alguns dados interessantes para a disputa. Segundo as estatísticas do Oddschecker.com, o Denver Broncos será o vencedor do Super Bowl, concentrando até o momento 59,85% das apostas, contra 40,15% para os Seahawks.
 
Os dois atletas mais cotados para receber o prêmio de MVP são os dois quarterbacks, Peyton Manning, veterano do 37 anos, e Russell Wilson, novato de 25. Assim como seu time, Manning saiu na frente nas apostas e foi destacado por 19,14% dos apostadores e Wilson ficou com 12,35% dos votos.
 
Mas além do grande jogo, o Super Bowl é um espetáculo que envolve muitos outros elementos, como o show do intervalo. O artista escolhido este ano foi Bruno Mars, ícone atual da música pop, com sucessos como “When I was your man”, “Locked out of heaven”, entre outros.
 
Normalmente o show tem duração de 12 minutos e é um dos momentos mais esperados do evento. Até 1992 bandas marciais de universidades tocavam nos intervalos. Mas, aos poucos, o Super Bowl virou cada vez mais um espetáculo. E a grande virada no intervalo aconteceu em 1993 com a apresentação de Michael Jackson. Ano passado a responsabilidade ficou por conta de Beyoncè.
 
Sendo o evento esportivo mais assistido da capital mundial do capitalismo, não poderiam faltar comerciais no Super Bowl. Além de altamente rentáveis aos organizadores do espetáculo, eles reúnem as propagandas mais bem elaboradas da publicidade americana, com comerciais extremamente criativos e bem produzidos. Em 2014, 30 segundos no intervalo da grande final de futebol americano chegou a ser vendido por mais de US$ 4 milhões, ante uma média de US$ 3,5 milhões no ano passado.
 
Isso porque, a disputa entre os Broncos e os Seahawks deve ter uma audiência de mais de 100 milhões de pessoas somente nos EUA. No ano passado, 108,4 milhões de pessoas acompanharam ao vivo a final. Deste modo fica fácil saber o motivo pelo qual, segundo uma reportagem do jornal “The Wall Street Journal”, o preço do anúncio no Super Bowl aumentou 42% desde 2004.
 
Os atores Arnold Schwarzenegger, Scarlett Johansson e o ex-jogador David Beckham estão entre as estrelas escaladas pelos anunciantes para promoverem marcas como Pepsi, Doritos, H&M, Kia, Toyota, Audi, M&M e a produtora de bebidas SodaStream.

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